sábado, 26 de março de 2011

S10 pega fogo na pontes vieira.

Muito fogo e fumaça, ronda e reportagem, mas nem sinal do corpo de bombeiros.

O carro teve problemas elétricos.





domingo, 20 de março de 2011

Porque não vou nem instalar o Internet Explorer 9

Articulista diz que, apesar de ter recebido alguns elogios e muitos downloads, nova versão do navegador da Microsoft possui muitos pontos negativos.


Como acontece toda vez que a Microsoft lança um produto, há muito barulho em torno do novo Internet Explorer 9. O navegador da empresa até recebeu elogios e milhões de downloads. Mas não acho que ele mereça t

udo isso. Na verdade, tenho uma certeza que não usarei o IE9. O motivo? Por quatro razões muito poderosas:

1. Pagou, levou
Não é segredo que sou uma fã de Linux, mas reconheço que a maior parte do mundo usa Windows. Eu mesmo tenho máquinas com dual-boot para os dois sistemas, portanto não sou nenhuma estranha ao OS da Microsoft.

Mas excluir o Windows XP da compatibilidade? A versão do sistema, que, segundo a Net Applications, ainda corresponde a mais da metade do mercado de sistemas operacionais? Isso cheira a uma forte tática de vendas e se encaixa perfeitamente na estratégia característica da Microsoft de upgrades eternos e forçados – o “rolo compressor”, como é chamado.

Não pagou a taxa da Microsoft recentemente? Então nada de IE9 para você. A fabricante pode afirmar que essa mudança é necessária por razões de funcionalidade, mas a verdade – como costuma ser – é simplesmente que você precisa pagar para poder ter acesso.

2. Fechado
Mesmo deixando de lado esse fator, fico aborrecida pelo fato de a Microsoft não estender o suporte de seu browser para além do universo de seus próprios produtos. Usuários de Mac, isso não incomoda vocês?

O Firefox, o Chrome, o Opera e o Safari não parecem sentir a necessidade de serem exclusivos para um sistema operacional. Então por que a Microsoft faz isso com o IE? Para essa resposta, leia novamente o item 1 (acima).

3. Insegurança
Pode ser verdade que as falhas específicas de segurança que fizeram o IE8 ser invadido tão rapidamente no evento hacker Pwn2Own tenham sido corrigidas. Mas o histórico da Microsoft em termos de segurança não inspira realmente confiança de que o IE9 provavelmente será melhor de qualquer forma duradoura. Sua muito alardeada tecnologia "antirrastreamento", por exemplo, já começou a receber críticas.

Obviamente, a segurança do Windows também é extremamente inadequada em comparação ao Linux. Especialmente agora que o IE9 está tão integrado com o Windows, ele poderia ser comparado ao Google Chrome nesse sentido? Sem chance.

Qualquer tecnologia que é usada pela maioria das pessoas estará mais sujeita a mais tentativas de hack. Ao mesmo tempo, ainda está para ser visto o quanto o IE9 pode reivindicar dessa maioria sem o suporte de qualquer outro sistema operacional que não seja o Windows Vista ou 7.

Outra parte disso, no entanto, é o fato de que o código do Internet Explorer é fechado. Por isso, todos os bugs e vulnerabilidades que aparecem são corrigidos apenas quando a Microsoft quer. Por outro lado, com o Firefox e o Chrome, o código está sendo analisado e melhorado o tempo todo.

4. Os números não mentem
Algumas pessoas podem elogiar o “excelente desempenho” do IE9, mas os dados realmente não suportam essa informação. No teste do famoso site Acid3, por exemplo, que mede a conformidade com os padrões da web, a pontuação do IE9 fica muito abaixo do Chrome 10, do Opera 11 e do Firefox 4, como apontou recentemente a página GigaOM.

O mesmo acontece nos testes com HTML5 e no benchmark Kraken JavaScript. O que, exatamente, deveria ser tão incrível sobre o IE9 então?


Por Katherine Noyes - PC World/EUA

Internet é mais importante que namoro para 30% dos homens


O "amor incondicional" pelas novas tecnologias é uma atitude "exclusiva" dos homens segundo um estudo elaborado pela portal Yahoo! com o título "Men Behaving Digitally", que foi apresentado durante a feira OMExpo.


O responsável de marketing de produto do Yahoo! Europa, Ana Díaz, explicou a conclusão desta pesquisa que conclui que o 30% dos homens "adoram" a tecnologia e que 60% se sentem "muito interessados" por ela, umas porcentagens que se reduzem notavelmente no caso das mulheres.


Para o estudo, o portal entrevistou pessoas de cinco países europeus, 3.000 deles só na Espanha, dos quais, 80% eram homens.


"O 20% restante corresponde a mulheres que foram questionadas para obter um contraste dos hábitos masculinos", especificou Díaz, que na quarta-feira apresentou os dados do estudo relativos à Espanha.


Segundo a enquete, o acesso das mulheres à tecnologia "é muito mais prático" e se centra sobretudo na relação com os demais por meio das redes sociais.


Apesar das diferenças entre homens e mulheres, a tecnologia parece estar ajudando à incorporação do sexo masculino nas tarefas domésticas e a sua participação na vida familiar.


Cerca de 52% dos homens acredita que a internet "ajuda a ser melhores pais" e o número dos homens que consultam receitas culinárias (45% dos entrevistados) é mais que o dobro que a porcentagem das mulheres.


Embora tanto homens como mulheres coincidem na preferência em namorar pessoalmente, 30% dos homens entrevistados afirmam que preferem dedicar seu tempo à tecnologia que ao relacionamento e 28% já "fuçaram" na internet o perfil de alguma de suas ex-namoradas.


Estar mais informado, conhecer mais a fundo temas ambientais e manter-se em dia com as tendências da moda, saúde e dietas, são parte do que os homens buscam na rede, embora as novas tecnologias, o "do it yourself" (faça você mesmo) e a "discrição" para adquirir produtos íntimos seguem sendo pontos fortes da internet para o público masculino.


DA EFE

quarta-feira, 16 de março de 2011

Você faz tempestade em copo d’água? Faça o teste e entenda melhor suas explosões





Meu resultado:


Que país é esse?

Maria Bethânia receberá R$ 1,3 milhão para criar um blog. A autorização da verba foi dada pelo Ministério da Cultura.

De acordo com a coluna de Mônica Bergamo, do jornal "Folha de S. Paulo", o site da cantora deverá divulgar diariamente um vídeo com interpretações de grandes obras.

O diretor Andrucha Waddington seria o responsável pelos 365 vídeos.

Há cerca de três anos, Bethânia teve um pedido de captação de R$ 1,8 milhão para uma turnê rejeitado.

No entanto, Juca Ferreira (titular da pasta na ocasião) ignorou o parecer e autorizou uma verba pouco inferior ao pedido (R$ 1,5 milhão).


Fonte: eBand


O que pensar disso? Hoje não estou em um bom dia para me expressar, estou bem carrancudo!

Pelo que "ouvi falar", houve corte no orçamento... retiraram verba da educação, saúde, segurança...

Por que não usam o pouco dinheiro que "sobrou" para investir em projetos especificamente coletivos e de preferência educacional (cursos técnicos, melhor a educação desde o ensino fundamental...)

Bem! Prefiro me calar neste momento e deixar que você reflita que país é este!


=x


sexta-feira, 4 de março de 2011

Apple - Introducing iPad 2

PHP INTEROP – Desenvolvendo e publicando sistemas web com PHP em ambientes Windows

Olá Profissional,

Gostaríamos de convidar a todos para participar de mais um evento gratuito para a comunidade de TI: PHP INTEROP – Desenvolvendo e publicando sistemas web com PHP em ambientes Windows.

Nesta apresentação você conhecerá um lado pouco explorado do PHP: a sua interoperabilidade com soluções Microsoft. Para os desenvolvedores, mostraremos como montar um ambiente de desenvolvimento para sistemas PHP em desktop Windows utilizando ferramentas gratuitas, como o IIS Express e o SQL Server Express. Para os profissionais de Infra-estrutura, apresentaremos o Windows Server Web Edition, edição voltada para hospedar soluções web. Veremos como configurar o PHP, além de entender o processo de publicação de sistemas web nestes servidores. No final, mostraremos como o PHP no IIS interage com servidores Linux+MySQL e Windows+SQLServer em rede.

Este evento será realizado no dia 18 de março (sexta-feira), no Centro de Treinamento em Tecnologia da SecrelNet (Av. Dom Luís, 500 – 20º Andar), com check-in dos participantes a partir das 18:30 e evento iniciando as 19:00. A entrada para este evento é GRATUITA!

No final do evento teremos o sorteio de vários brindes entre os participantes.

Maiores informações e inscrições no site: http://bit.ly/i9XUhP

Centro de Treinamento em Tecnologia
SecrelNet Business
treinamento@secrel.net.br | http://treinamento.secrel.com.br/
Telefone: +55 (85) 3288-2071 Fax: +55 (85) 3288-2030

Oportunidade Mobile

A Sagarana está contratando estagiários.

A Sagarana é uma empresa é focada em desenvolver soluções para dispositivos móveis. Temos uma linha de software para controle e acompanhamento logístico com clientes nacionais e internacionais como: EUA, Rússia, China, Austrália, Israel.

Na Sagarana você terá a oportunidade de trabalhar com:
  • Desenvolvimento Mobile com JME, C# e Android;
  • Desenvolvimento WEB com Flex;
  • Utilizar frameworks MVC e padrões de projetos;
  • Gerenciamento de projetos com metodologias ágeis.
Se você gosta de estudar novas tecnologias, de um ambiente que incentiva novas e empolgantes idéias e de solucionar problemas, essa vaga é pra VOCÊ!

"Nós amamos o que fazemos!!!" Liliana Carrha

Os interessados podem enviar seu currículo para job@sagaranatech.com aos cuidados de Liliana Carrha

Oportunidade de estágio no Tribunal de Contas do Estado do Ceará

O Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE-CE) divulga o edital da seleção de estagiários de nível superior.

A bolsa de estágio é de R$ 711,18 mensais, com carga horária de 20 horas semanais, distribuídas em jornadas de quatro horas diárias. Para participar da seleção, o estudante deverá estar regularmente matriculado em um dos dez cursos de nível superior que dispõem de vagas, além de ter concluído, no mínimo, 40% dos créditos do respectivo curso até o final do semestre 2010.2. 

Maiores informações acesse o link abaixo:

quarta-feira, 2 de março de 2011

Crise no Oriente Médio e países vizinhos

Entrevista especial: Por onde anda o Ginga...

No Brasil onde infelizmente pouco se investe em Pesquisa e Desenvolvimento e, em especial, na indústria nacional de tecnologia, o Ginga, um middleware - software intermediário que permite o desenvolvimento de aplicações interativas para a TV Digital - ficou famoso internacionalmente pela sua qualidade e inovação e já foi adotado por diversos países. Mas, ainda luta pelo reconhecimento do mercado brasileiro.

A tecnologia é resultado de anos de pesquisas lideradas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e reúne um conjunto de tecnologias e inovações brasileiras que o tornam a especificação de middleware mais avançada e adequada à realidade do país.

Para saber mais sobre a situação atual do Ginga, o Instituto Telecom conversou com Luiz Fernando Gomes Soares,  Coordenador do Laboratório TeleMídia da PUC-Rio e um dos responsáveis pelo desenvolvimento do Ginga. Confira abaixo a entrevista especial para o Nossa Opinião desta semana. 

1)Como a utilização do Ginga pode auxiliar na melhoria de vida para a população?

Fernando Gomes - Uma das características mais importantes da TV digital é a integração de uma capacidade computacional significativa no dispositivo receptor, permitindo o surgimento de uma vasta gama de novos serviços, como a oferta de guias eletrônicos de programas, o controle de acesso e a proteção de conteúdo, a distribuição de jogos eletrônicos, o acesso a serviços de utilidade pública (serviços bancários, serviços de saúde, serviços educacionais, serviços de governo etc.) e, em especial, os programas não-lineares (programa de TV composto não apenas pelo áudio principal e vídeo principal, mas também por outros dados transmitidos em conjunto. Por isso TV digital é um caso particular de sistemas hipermídia.


2) Qual é a situação atual do Ginga? Ele está parado, existe alguma ação, ou projeto por parte do governo e da indústria de inseri-lo no mercado?

FG- Em 2009 a linguagem NCL¹ e o middleware Ginga-NCL foram escolhidos como Recomendação UIT-T (Setor de Normatização das Telecomunicações da União Internacional de Telecomunicações) para serviços IPTV². Era a primeira vez que o país tinha um padrão mundial na área das TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação). Era o reconhecimento internacional que tínhamos a melhor proposta de middleware declarativo. NCL e Ginga-NCL são os únicos padrões SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital) obrigatórios para todos os tipos de terminais (fixos, móveis e portáteis) e são os únicos padrões multiplataforma, para TV terrestre, satélite e IPTV.

O Ginga-NCL está pronto e implementado por diversos fabricantes desde 2007. O que ficou parado foi a parte Java, por problemas de royalties, inexistentes no Ginga-NCL.Desde o início de 2010, entretanto, a parte Java também estava pronta, como proposta pela Oracle (na época SUN).Vários produtos hoje do mercado tem o Ginga embarcado, no Brasil e no exterior.

O que falta são mais aplicações no ar, por consequência de um modelo de negócio ainda não muito entendido quanto à exploração da interatividade.

3)Por que o Ginga ainda não chegou à população de fato? A incorporação deste middleware pode encarecer os aparelhos de TV?

FG-  Apenas com o Ginga-NCL encareceria pouquíssimo, com a parte Java encarece bem mais, mas mesmo assim, o custo de se ter o Ginga é muito baixo. Acontece que na área de eletrônica de consumo a escala é muito grande e qualquer “parafuso” a mais, quando multiplicado por milhões de aparelhos, representa um investimento alto. Então se economiza em tudo.

4)O que foi a campanha “TV Digital sem Ginga Não!” e qual a sua repercussão?

FG-  O que tem ficado cada vez mais óbvio é que ter apenas uma imagem bonitinha não basta. Não é aí que está a revolução dessa nova tecnologia. Aliás, o mote da campanha era: “bonitinha que só, mas sem Ginga dá dó”.

Além de tudo, não podemos esquecer que um dos grandes motivos para a definição do SBTVD foi a inclusão social. Inclusão social não existe sem interatividade.

5)O Ginga já está sendo utilizado por outros países, como por exemplo, a Argentina. Por que isso está acontecendo primeiro lá fora do que aqui?

FG-  Uma das razões foi por eles terem escolhido manter só o Ginga-NCL, por na época ser a solução já um sucesso (o Java ainda estava sem definição), permitir a construção de terminais de mais baixo custo, por possibilitar que esses países também se apropriassem do conhecimento e da tecnologia, e pelo fato de Ginga-NCL ser o único padrão para todos os tipos de TVs terrestres e também para serviços IPTV.

Hoje são vários os países que já adotaram o Ginga. Na América Latina temos: Brasil, Argentina, Chile, Peru, Venezuela, Bolívia, Equador, Paraguai, Uruguai, Costa Rica.
Uma das razões pelo grande avanço da Argentina foi o plano de popularização do set-top box³ com interatividade proporcionado pelo governo, com grande apoio das emissoras públicas no desenvolvimento de aplicações NCL-Lua.

6)O Ginga já está no mercado brasileiro?

FG-  Ele já está no mercado: TVs da LG, Sony, Semp-Toshiba, Phillips; celulares da Nokia, set-top de vários pequenos fabricantes já são vendidos com o Ginga. Os radiodifusores, embora  ainda timidamente, já têm várias aplicações no ar.

7) Alguma política por parte do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) , ou Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) está sendo feita para introduzir o Ginga no mercado brasileiro?

FG-  O apoio do governo ao Ginga foi total. Não podemos reclamar. Podia ter sido feito mais? Sempre pode. Os financiamentos têm sido penosos para as universidades e institutos de pesquisa, algumas vezes mal direcionados, mas é natural, até porque o país também está aprendendo nesta parte de inovação tecnológica.

Quanto ao financiamento das empresas e política industrial, aí é outra coisa e não tenho dados para opinar.

8) O mercado de radiodifusão brasileiro quer o Ginga, ou ainda existe alguma resistência?

FG-  O radiodifusor é muito complexo. Eles dizem que querem o Ginga, desde o princípio, mas colocaram muitas barreiras sim, principalmente para as inovações brasileiras, que primeiramente tiveram de ganhar a credibilidade internacional, antes de ganhar credibilidade aqui. Infelizmente muitos ainda não acreditam que o Brasil pode desenvolver tecnologia de ponta. O Ginga é só um exemplo bem sucedido, por uma série de fatores não apenas técnicos. Mas tem muita coisa boa desenvolvida nas Universidades e que estão perdidas por aí. Se acreditassem mais nas universidades, não só no discurso, muito mais Gingas surgiriam.

Hoje eu diria que não existe uma resistência à interatividade, mas sim um modelo de negócio mais claro e bem definido.

9) Você acha que com a possibilidade das teles entrarem no mercado de TV por assinatura o Ginga pode ganhar apoio das empresas e se tornar um diferencial competitivo?

FG-  Acredito e aposto muito nisto. NCL e Ginga-NCL, como disse, são padrões mundiais UIT-T para serviços IPTV. Acredito também que o sonho da inclusão social de fato, não apenas no acesso a informação, mas também na geração de conteúdo, vá ter um impulso muito grande com a convergência de serviços IPTV com a TV aberta. Vai haver resistência? Vai. Pois, infelizmente, muitos ainda entendem a convergência como substituição, erradamente. Convergência é integração, complementação.

10) Você acha que a sociedade precisa conhecer melhor o Ginga? Existe algum movimento civil para pressionar o governo a utilizá-lo?

FG-  A sociedade vai conhecendo a interatividade aos poucos. Mas uma das maiores vantagens de NCL é o fato de que o desenvolvimento de conteúdo interativo pode ser feito de forma muito fácil, sem a exigência de especialistas. Ou seja, NCL é uma tecnologia ao alcance de todos. Meu sonho é ver muito em breve TVs Comunitárias, Pontos de Cultura, Telecentros fazendo produções em NCL. Aguardem o Programa Ginga Brasil com esse enfoque.

 ¹ NCL: é uma linguagem declarativa para especificação de documentos hipermídia baseada no modelo conceitual NCM - Nested Context Model (modelo de contextos alinhados).
 ²IPTV: Método de transmissão de sinais televisivos através do protocolo IP (Protocolo de Internet)
 ³ Set-top box : Conversor externo para TV Digital3


Fonte: Instituto Telecom